Escrito e dirigido por Zack Snyder, diretor de 300 e Watchman, o filme tem recebido críticas antagônicas. Uns amam, outros odeiam.
Eu faço parte dos que amaram a história de BabyDoll, interpretada por Emily Browning (a irmã mais velha de Desventuras em Série, lembram?), Sweet Pea, Rocket, Blondie e Amber.
Com a estréia da Primeira Parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte, vários blogs tem escrito reviews do filme lamentando o fim de uma era. Bem, eu estou longe de afirmar que cresci lendo Harry Potter; também não estou com essa sensação de "início do fim". Para mim, Harry Potter terminou no dia que eu acabei de praticamente decifrar o scan da última página do instrutivo arquivo sobre "A Vida dos Jacarés de Papo Azulado".
Em comemoração aos seus 20 anos, a Entertainment Weekly lançou uma lista com os 100 melhores personagens das duas últimas décadas. São homens, mulheres, desenhos, monstros, heróis fictícios criados depois de 1990. A lista completa está em http://popwatch.ew.com/2010/06/01/100-greatest-characters-of-last-20-years-full-list/, mas aqui seguem os meus preferidos:
Com essa recente moda de "Alice no País das Maravilhas" graças ao filme do Tim Burton, acabei resgatando do meu HD uma música que do Jefferson Airplane que adoro - White Rabbit.
White Rabbit foi considerada uma das primeiras músicas da década de 1960 com apologia às drogas que conseguiu passar pela censura - isso porque os efeitos de alucinógenos são comparados com as aventuras de Alice em cenas de "Alice no País das Maravilhas" e "Alice Através do Espelho". Mas, como eu não me importo com comentários de críticos politicamente corretos, acho a letra da música muito legal e gosto principalmente da mensagem da última estrofe.
White Rabbit - Jefferson Airplane
One pill makes you larger / Uma pílula deixa você maior
And one pill makes you small, / E uma pílula faz você diminuir
And the ones that mother gives you / E a que a mãe lhe dá
Don't do anything at all. / Não faz nada
Go ask Alice / Vá e pergunte para Alice
When she's ten feet tall. / Quando ela estiver medindo dez pés
And if you go chasing rabbits / E se você sair perseguindo coelhos
And you know you're going to fall, / E souber que vai cair
Tell 'em a hookah smoking caterpillar / Diga-lhes que uma lagarta fumando cachimbo
Has given you the call. / Chamou você
Call Alice / Chame a Alice
When she was just small. / Quando ela estiver bem pequena
When the men on the chessboard / Quando os homens do tabuleiro de xadrez
Get up and tell you where to go / Se levantarem e dizerem para você ir
And you've just had some kind of mushroom / E você acabou de comer um tipo de cogumelo
And your mind is moving low. / E sua mente está lenta
Go ask Alice / Vá e pergunte para Alice
I think she'll know. / Acho que ela saberá
When logic and proportion / Quando a lógica e a proporção
Have fallen sloppy dead, / Tiverem se extinguido
And the White Knight is talking backwards / E o Cavaleiro Branco estiver falando de trás para frente
And the Red Queen's "off with her head!" / E a Rainha Vermelha falando "Cortem-lhe a cabeça"
Remember what the dormouse said: / Lembre-se do que o ratinho falou:
"Feed your head. Feed your head. Feed your head" / "Alimente sua cabeça. Alimente sua cabeça. Alimente sua cabeça."
Tá, tá... O 3D não fez
muita diferença nesse caso, mas...
Em primeiro lugar, muita gente
está fazendo confusão por causa do nome do filme. Apesar de se chamar
"Alice no País das Maravilhas", o filme de Tim Burton é uma espécie de
continuação das duas obras de Lewis Carrol (Alice no País das Maravilhas
e Alice Através do Espelho). Afinal, nem Tim Burton e Jhonny Depp
juntos fumam tanto tempero de miojo estragado quanto o Lewis Carrol -
Filmar a história original jamais teria a mesma graça de ler os livros
:P
Mesmo assim, eu gostei da versão adulta da Alice. Pelo que
falam as edições comentadas dos livros, era nessa Alice - determinada e
destemida - que o autor da história queria que a menina Alice (sim, ela
existiu de verdade) se tornasse. Não sei que fim a verdadeira Alice
teve, mas Tim Burton soube mostrar o desabrochar de uma menina em mulher muito bem!
Se você não se importa com romances, odeia amores impossíveis e acha um absurdo esse povo que chora por qualquer amor impossível, essa resenha termina aqui. Agora, se você também é uma "Defender of the Deep Love", leia este tópico da MariMay no orkut e depois continue abaixo:
Em um futuro próximo, os Estados Unidos são uma terra devastada, desolada. Cidades outrora magestosas encontram-se em decomposição, e antigas rodovias se infestaram de bandidos. Armado apenas com uma espingarda, uma espada samurai e sagacidade, Eli (Denzel Washington) viaja nesse mundo, solitário.
Ao chegar num posto avançado, uma cidade decadente no que um dia fora a Califórnia, Eli conhece Carniege (Gary Oldman), o líder do povoado, que comanda todos com punhos de ferro. Carniege está a procura de um livro específico, que ele diz conter os segredos para a dominação do mundo. Numa realidade onde apenas os mais velhos, que conheceram o mundo antes das guerras que o destruiram, Carniege tem dificuldade em encontrar livros, ainda mais um livro específico dentre uma população de jovens analfabetos.
Entretanto, ele acaba descobrindo que, entre os pertences que carrega numa única mochila, Eli guarda um livro - o livro que ele procurara há tanto tempo. Mas Eli sabe que seu livro tem outro destino, e continua seu caminho até o lugar onde "O Livro de Eli" deve repousar. Daí segue a perseguição dos capangas de Carniege em busca de Eli e seu livro. As cenas de luta e ação são espetaculares, dando um balanço ideal ao cenário cinzento e decadente, ao tema intrigante que leverá a uma revelação surpreendente ao final.
Elenco: George Clooney, Vera Farmiga, Melanie Lynskey, Anna Kendrick, Danny McBride. Gênero: Comédia Sinopse:Pago para viajar pelos Estados Unidos despedindo funcionários de empresas em crise, Ryan Bingham sempre se contentou com um estilo de vida desapegado, passado em meio a aeroportos, hotéis e carros alugados. Ele consegue carregar tudo o que precisa em uma mala de mão, é membro de elite de todos os programas de fidelidade existentes e está próximo de atingir 10 milhões de milhas voadas.
Mas quando o chefe de Ryan, inspirado por uma eficiente e novata funcionária, ameaça mantê-lo permanentemente na sede da empresa, ele se vê entre a perspectiva – ao mesmo tempo aterrorizante e agradável – de ficar em terra firme, contemplando o que realmente pode significar ter um lar.
Curiosidades:
» Baseado no livro “Up in the Air” de Walter Kirn.
» Do mesmo diretor de 'Juno' (Jaison Reitman).
“Life is better with company!”
A receita básica para qualquer comédia romântica é: ator/atriz da lista dos 10 mais sexy/cobiçado/sensual/bem pago/*insira qualquer lista aqui* conhece o amor da sua vida numa situação inusitada. Os dois começam um romance e, quando tudo parece estar às mil maravilhas acontece um mal entendido, geralmente relacionado com a “situação inusitada” do início do filme, que separa o casal de pombinhos, aparentemente para sempre. No fim, o mal entendido é explicado e todo mundo vive feliz para sempre.
Se você já assistiu um milhão de filmes assim, “Amor Sem Escalas” é a escolha ideal. Sabe aquele clichê que faz você adivinhar os próximos passos do personagem? Esqueça. Não é assim que vai acontecer nesse filme. Se você acha que o George Clooney está fazendo papel de garanhão arrasa-corações-de-menininhas, está enganado. A “menininha” já começa o filme afirmando que ele é velho e não está interessada! Enfim... É uma boa pedida para os que, como eu, andam sofrendo com a falta de criatividade e o excesso de filmes repetitivos nos cinemas.
“A vida é melhor com uma companhia” é a moral da historia. Mas a cena que mais me marcou foi uma conversa presenciada pelo personagem principal (Clooney) entre uma mulher de 23 e outra de 34 anos. Eu me vi novamente com vinte anos, desesperada por ainda não ter conseguido o emprego e a vida dos meus sonhos, cheia de dúvidas e idealizando o marido ideal. E eu também me vi atualmente, rindo disso tudo e percebendo como nossas prioridades mudam junto com a gente. E o mais engraçado... A mulher de 20 anos achando que mudar estas prioridades é um sinal de comodismo e fracasso, enquanto a de 30, ao invés de se sentir ofendida, acha graça. Afinal, ela já passou por tudo isso e, representada pela elegantérrima Vera Farmiga, vemos que ela não tem nada de fracassada!
Acho que foi isso que me encantou no filme. Os personagens são autênticos, reais. Tenho certeza que você já passou, vai passar, ou conhece alguém que está passando por tudo o que acontece com eles. Então, arranje uma companhia e vá ao cinema!